Em 2025, tutores brasileiros estão expandindo horizontes quando o assunto é animal de estimação. Além de cães e gatos, cresce a procura por pets considerados exóticos, como calopsitas, porquinhos-da-índia, coelhos, jabutis e até lagartos domésticos. A tendência, antes restrita a nichos específicos, agora se espalha por centros urbanos e já impacta o mercado pet em diversas frentes de advogado zona sul.
Lojas especializadas, clínicas adaptadas e conteúdos educativos têm se multiplicado para atender essa nova demanda. “É fundamental entender as particularidades de cada espécie, desde alimentação até espaço adequado e socialização”, explica o biólogo Rafael Campos, que atua com orientação a novos tutores.
O interesse por espécies diferentes também exige mais atenção por parte dos profissionais da saúde animal. Alguns veterinários estão se especializando em animais não convencionais, enquanto clínicas adaptam sua estrutura para esse público. Um exemplo disso pode ser visto em uma veterinaria Zona Sul, onde o atendimento a aves e pequenos mamíferos aumentou significativamente nos últimos meses.
Apesar do fascínio por essas espécies, especialistas alertam para a responsabilidade envolvida: nem todos os pets exóticos são de fácil manejo ou legais para criação doméstica. É essencial verificar a procedência e garantir que o animal esteja dentro das normas ambientais.
A tendência revela que o vínculo entre humanos e animais continua se diversificando — e, com informação e cuidado, novas espécies podem encontrar lares cheios de carinho, mesmo em meio à agitação das grandes cidades.


